{"id":372,"date":"2025-05-16T09:36:34","date_gmt":"2025-05-16T09:36:34","guid":{"rendered":"https:\/\/cfaebi.pt\/rumo\/?p=372"},"modified":"2025-05-16T17:34:08","modified_gmt":"2025-05-16T17:34:08","slug":"nascimentos-em-portugal-diminuem-em-2024-um-terco-sao-filhos-de-maes-estrangeiras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cfaebi.pt\/rumo\/2025\/05\/16\/nascimentos-em-portugal-diminuem-em-2024-um-terco-sao-filhos-de-maes-estrangeiras\/","title":{"rendered":"Nascimentos em Portugal diminuem em 2024, um ter\u00e7o s\u00e3o filhos de m\u00e3es estrangeiras"},"content":{"rendered":"\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><\/blockquote>\n<\/blockquote>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\">SIC Noticias\/<a href=\"https:\/\/sicnoticias.pt\/autores\/2019-09-15-lusa-3ef91abe\">Lusa<\/a>12:32, 29 abr.2025<\/h5>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 2024, Portugal registou 84.650 nascimentos, uma diminui\u00e7\u00e3o de 1,2% em rela\u00e7\u00e3o a 2023. Um ter\u00e7o dos beb\u00e9s nascidos s\u00e3o filhos de m\u00e3es estrangeiras. A mortalidade infantil aumentou para 3,0 \u00f3bitos por mil nados-vivos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Cerca de 84.650 beb\u00e9s nasceram em Portugal em 2024, menos 1,2% do que no ano anterior, e um ter\u00e7o s\u00e3o filhos de m\u00e3es de naturalidade estrangeira, revelam dados esta ter\u00e7a-feira divulgados pelo&nbsp;<\/strong><a href=\"https:\/\/www.ine.pt\/xportal\/xmain?xpgid=ine_main&amp;xpid=INE&amp;xlang=pt\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Instituto Nacional de Estat\u00edstica (INE)<\/strong><\/a><strong>.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com as&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.ine.pt\/xportal\/xmain?xpid=INE&amp;xpgid=ine_destaques&amp;DESTAQUESdest_boui=536783127&amp;DESTAQUESmodo=2&amp;xlang=pt\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&#8220;Estat\u00edsticas Vitais&#8221; do INE<\/a>, registaram-se, em 2024,&nbsp;<strong>118.374 \u00f3bitos, mais 0,1% (79 \u00f3bitos) do que em 2023<\/strong>, dos quais 252 \u00f3bitos foram de crian\u00e7as com menos de um ano (mais 42 do que em 2023), o que se traduziu no aumento da taxa de mortalidade infantil para 3,0 \u00f3bitos por mil nados-vivos (2,5 em 2023).<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O agravamento do saldo natural, em 2024, para -33-732 (-32.596 em 2023) foi, assim, determinado sobretudo pela diminui\u00e7\u00e3o do n\u00famero de nados-vivos&#8221;, salienta o INE, assinalado que a Grande Lisboa foi a \u00fanica regi\u00e3o NUTS II onde se registou, pelo segundo ano consecutivo, um saldo natural positivo (+929).<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com os dados, em 2024&nbsp;<strong>nasceram 84.642 beb\u00e9s de m\u00e3es residentes em Portugal<\/strong>,&nbsp;<strong>menos 1,2% do que em 2023 (85-699)<\/strong>, representando uma rela\u00e7\u00e3o de masculinidade de 106 (por cada 100 crian\u00e7as do sexo feminino nasceram cerca de 106 do sexo masculino).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Um ter\u00e7o dos beb\u00e9s nascidos em Portugal eram filhos de m\u00e3es nascidas no estrangeiro (29,2% em 2023<\/strong>), refere o INE, salientando que, na \u00faltima d\u00e9cada, a propor\u00e7\u00e3o de nados-vivos de m\u00e3es de naturalidade estrangeira mais do que duplicou.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>A propor\u00e7\u00e3o de nados-vivos de m\u00e3es de naturalidade estrangeira foi superior ao valor nacional (33,0%<\/strong>) nas regi\u00f5es Grande Lisboa (47,8%), Pen\u00ednsula de Set\u00fabal (46,9%) e Algarve (46,6%).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Natalidade diminui em mais de metade das regi\u00f5es NUTS II<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo o INE,<strong>&nbsp;a natalidade diminuiu em mais de metade das regi\u00f5es NUTS II do pa\u00eds<\/strong>, exceto no Oeste e Vale do Tejo (+1,0%), na Grande Lisboa (+0,9%), na Pen\u00ednsula de Set\u00fabal (+0,3%) e na Regi\u00e3o Aut\u00f3noma da Madeira (+2,6%).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com exce\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o Centro (-0,9%),&nbsp;<strong>nas restantes regi\u00f5es o decr\u00e9scimo foi superior ao nacional<\/strong>&nbsp;(-1,2%), tendo os A\u00e7ores registado a maior descida (-8,4%).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 2024, 66,2% do total de nascimentos foram de m\u00e3es com idades dos 20 aos 34 anos, 32% de m\u00e3es com 35 e mais anos e 1,8% de m\u00e3es com menos de 20 anos, indica o INE, observando que, entre 2015 e 2024, houve um decr\u00e9scimo de 0,9 pontos percentuais na propor\u00e7\u00e3o de nados-vivos de m\u00e3es menores de 20 anos.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Apesar de, nos \u00faltimos dois anos, a propor\u00e7\u00e3o de nados-vivos de m\u00e3es com 35 ou mais anos se ter mantido nos 32%, no per\u00edodo em an\u00e1lise verificou-se um aumento de 2,4 p.p. na propor\u00e7\u00e3o de nados-vivos de m\u00e3es com idade superior a 35 anos&#8221;.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os dados referem que<strong>&nbsp;a idade m\u00e9dia da m\u00e3e ao nascimento de um filh<\/strong><strong>o<\/strong>&nbsp;(independentemente da ordem do nascimento)&nbsp;<strong>foi de 32,1 anos<\/strong>&nbsp;(igual a 2023) e o&nbsp;<strong>nascimento do primeiro filho foi de 30,7 anos&nbsp;<\/strong>(30,6 anos em 2023).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre 2015 e 2024, registou-se um aumento de 0,4 anos na idade m\u00e9dia ao nascimento de um filho e de 0,5 anos na idade m\u00e9dia ao nascimento do primeiro filho.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Mortalidade aumentou nas quatro das noves regi\u00f5es NUTS II<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quanto \u00e0&nbsp;<strong>mortalidade<\/strong>, os&nbsp;<strong>dados indicam que aumentou em quatro das nove regi\u00f5es NUTS II<\/strong>, com acr\u00e9scimos superiores ao registado a n\u00edvel nacional (0,1%), destacando-se os A\u00e7ores com o maior aumento (3,6%), enquanto a Madeira registou a maior descida (-7,6%).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>A maioria dos \u00f3bitos (86,6%) foi de pessoas com 65 e mais anos<\/strong>, referem os dados, acrescentando que, entre 2015 e 2024, foram registados decr\u00e9scimos nas propor\u00e7\u00f5es de \u00f3bitos de pessoas com menos de 65 anos e com idades dos 65 aos 79 anos, de, respetivamente, 1,8 e 1,2 p.p. Em contrapartida, verificou-se um&nbsp;<strong>aumento de 3,0 p.p. na propor\u00e7\u00e3o de mortes de maiores de 80 anos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 2024, tamb\u00e9m nas regi\u00f5es NUTS II,&nbsp;<strong>a maior propor\u00e7\u00e3o de \u00f3bitos ocorreu no grupo et\u00e1rio dos 80 e mais ano<\/strong><strong>s<\/strong>, representando mais de 50% da mortalidade em todas as regi\u00f5es, com exce\u00e7\u00e3o dos A\u00e7ores (46,2%). Nas regi\u00f5es Centro, Oeste e Vale do Tejo e Alentejo, a propor\u00e7\u00e3o de \u00f3bitos deste grupo et\u00e1rio foi superior ao valor nacional (respetivamente 66,0%, 63,7% e 65,4%, contra 60,7%).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>SIC Noticias\/Lusa12:32, 29 abr.2025 Em 2024, Portugal registou 84.650 nascimentos, uma diminui\u00e7\u00e3o de 1,2% em rela\u00e7\u00e3o a 2023. Um ter\u00e7o dos beb\u00e9s nascidos s\u00e3o filhos de m\u00e3es estrangeiras. 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